segunda-feira, 26 de abril de 2010

O Esperanto e o Imperialismo Lingüístico

Por Edvaldo Sachett da Silva
Licenciado em Letras pela Uniplac

As ruas estavam tomadas pelo medo. O exército e a polícia fiscalizavam as zonas de colonização estrangeira – estava proibida qualquer forma de uso das línguas dos imigrantes: censura a rádios, jornais, revistas, livros... Não se podiam falar línguas estrangeiras nem mesmo em público. Era proibido às escolas ensinar a linguagem dos imigrantes, as que insistiam eram fechadas. Somente a língua portuguesa podia ser falada. No sul do Brasil, por exemplo, havia muitas pessoas falando alemão e italiano – o governo temia perder seu território com a criação de estados estrangeiros. Essa foi a campanha de nacionalização do governo de Getúlio Vargas. De uma geração para outra, os descendentes dos imigrantes no Brasil perderam toda sua herança lingüística e a maior parte da sua identidade cultural.

“Os descendentes dos imigrantes no Brasil perderam toda sua herança lingüística e a maior parte da sua identidade cultural.”

Vamos viajar um pouco mais para o passado: para o período colonial do Brasil. Naquela época, o tupi, ou língua geral, era o idioma mais falado e utilizado como língua franca. Além dos indígenas, outras pessoas que vinham para o Brasil, europeus e africanos, aprendiam a falar tupi. Havia mais falantes de tupi do que falantes de português no território brasileiro. Os governantes portugueses perceberam que, por meio da língua, estava-se criando por aqui uma cultura de características próprias. A emancipação de uma cultura autêntica e independente da metrópole desafiava a autoridade dos dominadores. Por isso, no século XVIII, Portugal proibiu o uso da língua geral, e somente o português podia ser falado na sua colônia americana. Assim, a língua tupi foi morta.

“Portugal proibiu o uso da língua geral, e somente o português podia ser falado na sua colônia americana. Assim, a língua tupi foi morta.”

No mundo antigo, quando o império romano dominou outros territórios, uma das primeiras coisas que impunham era sua língua. Os soldados romanos ensinavam latim para as pessoas das novas terras que conquistavam. Assim como os portugueses, os romanos já haviam percebido que seria mais fácil dominar outros povos sufocando sua identidade cultural por meio da imposição lingüística. Isso explica em parte por que o império romano foi tão forte. Fato semelhante ocorre hoje com a difusão da língua inglesa.

Você já deve ter se perguntado: por que o inglês é a língua mais difundida no mundo? David Crystal, autor de Cambridge Encyclopedia of the English Language, responde: “Uma língua não se torna global graças às suas propriedades estruturais intrínsecas, ou em função do tamanho de seu vocabulário, ou porque foi o veículo de uma rica literatura no passado, ou então porque esteve associada a uma grande cultura ou religião. (...) Tradicionalmente, uma língua se torna internacional por uma única razão principal: o poder de seu povo. Principalmente o poder político e militar.”

“Uma língua se torna internacional por uma única razão principal: o poder de seu povo. Principalmente o poder político e militar.”

Quando os Estados Unidos e a Grã-Bretanha colonizaram a África, Ásia e Oceania, impunha-se aos nativos das terras dominadas uma educação aos moldes ocidentais. O inglês era a única língua de instrução. A língua dos nativos era proibida. “Aqueles que eram pegos falando sua língua nativa eram submetidos a castigos corporais e eram apontados como tendo feito algo vergonhoso”. Os filhos dos povos dominados são ensinados a falar a língua estrangeira: “ensinam-se conceitos que são estrangeiros, ensinam-se valores que são estrangeiros, ensinam-se estilos de vida que são estrangeiros, e são ensinadas por modelos humanos que são estrangeiros. A intenção por trás desse tipo de educação é moldar as crianças Navajo (através do pensamento, ação e discurso) a agir de acordo com a cultura Anglo-Saxônica dominante. A suposição mais provável é que aparentemente pessoas de outros grupos étnicos não podem ser humanas a não ser se falem inglês, e comportem-se de acordo com os valores de uma sociedade capitalista.”(Robert Phillpson)

“Aqueles que eram pegos falando sua língua nativa eram submetidos a castigos corporais e eram apontados como tendo feito algo vergonhoso.”

No processo de difusão da língua inglesa pelo mundo, um militar britânico, Albert Henry George, escreveu: “Provavelmente todos concordarão que um inglês estaria certo em considerar sua forma de ver o mundo e sua vida melhores do que a dos maoris [povos nativos da Oceania] ou os hotentotes [africanos], e ninguém irá impedir que a Inglaterra faça seu melhor para impor sua superior e mais alta visão sobre esses selvagens. Pode haver alguma dúvida de que o homem branco deve, e irá, impor sua civilização superior nas outras raças?”

Língua e poder estão freqüentemente associados. “A língua dominante é – ou tende a ser – sempre a língua daqueles que detêm o poder econômico, social e político.” (José Hildebrando Dacanal) A língua dominante sempre é a língua das classes dominantes. Portanto, nem sempre é preciso derramar sangue no trabalho sujo de dominação – a imposição cultural faz menos sujeira e dá bons resultados. É o que confessa o Diretor-Geral do British Council em 1988: “Antigamente mandávamos armas e diplomatas para o exterior; hoje enviamos professores de inglês.”

“A língua dominante sempre é
a língua das classes dominantes.”

Ao longo da história, a difusão de línguas imperialistas no mundo coincide com a morte de outras línguas e culturas, porque se dá na maioria das vezes por imposição e repressão. Quando um idioma é reprimido e morto, muito se perde. A língua é o repositório da história de um povo. É sua identidade, seu testemunho oral, suas canções e rituais, seus provérbios e lendas. Uma vez perdida, uma língua dificilmente poderá ser ressuscitada, perde-se a intuição lingüística e a identidade que só existem dentro de cada falante nativo. Portanto, a repressão de uma língua coincide inevitavelmente com a repressão cultural, com a hegemonia de um povo sobre outro, com o aniquilamento de identidades culturais, com a humilhação dos indivíduos portadores dessa cultura e a conseqüente usurpação de seus diretos e seu modo de ser.

“Ao longo da história, a difusão de línguas imperialistas no mundo coincide com a morte de outras línguas e culturas.”

É justo nesse contexto que nasceu o Esperanto. O criador da língua, Lázaro Luiz Zamenhof, sabia bem das conseqüências do imperialismo lingüístico. Ele vivia em Bialistoque, atual Polônia, outrora dominada pelo império russo. Lá viviam basicamente judeus, russos, alemães, ucranianos e poloneses. Esses grupos tratavam-se como inimigos: brigas, mortes, massacres e perseguições eram freqüentes. O russo era imposto como língua oficial, mesmo que apenas 8% da população fosse russa. Aqueles que quisessem reivindicar seus direitos, só poderiam fazê-lo no idioma do império. Ou seja, as pessoas simplesmente não se entendiam, e o russo jamais poderia cumprir um papel de língua franca e uma ponte de compreensão, já que seu uso comum significa também a humilhação dos outros povos.

Zamenhof criou o Esperanto justamente com o objetivo de quebrar esse padrão histórico: uma língua que não representasse o poderio de uma nação sobre outras, uma língua neutra, que desse o mesmo direito de voz a todos os povos e que pregasse solidariedade e democracia, respeito à diversidade, emancipação humana, uma cultura global e a paz; uma língua que representasse uma aliança entre os povos. Trata-se de uma idéia por demais subversiva àqueles que detém o poder. Por isso, o Esperanto é considerado uma língua perigosa. “Ele ataca pacificamente o germe de toda a supremacia de um povo, de uma nação, de uma raça, sobre outras. Ele condena, por princípio filosófico, o esmagamento de um povo por outro, ao proclamar como princípio de direito internacional o estado de igualdade para todos os povos e nações. O Esperanto busca assegurar aos povos, indistintamente, o direito de poderem expressar suas necessidades, suas crenças, seus direitos, suas dúvidas, fixar suas obrigações, em uma língua compreendida e falada por todos em igualdade de condições, sem a humilhação de, renunciando à sua identidade étnica, sua nativa forma de expressão, ter que expor suas idéias em uma língua estranha à sua cultura, diante dos donos daquela língua que bem a conhecem e dominam e que percebem sem esforço as fraquezas dos que buscam desesperadamente, por imitação, nela se expressar.” (Luiz Carlos Franco)

Quase todas as ditaduras do século XX perceberam esse potencial libertário do Esperanto. Na época dos regimes ditatoriais, em países como Alemanha, Itália, Espanha, Rússia e Japão, pessoas que difundiam o Esperanto eram perseguidas, exiladas ou mortas. Na Alemanha, por exemplo, porque o Esperanto carrega ideologias contrárias ao nazismo e porque Zamenhof era judeu, Hitler decidiu executar todos os que estivessem ligados à língua, incluindo toda a família de Zamenhof, que foi dizimada.

“Na época dos regimes ditatoriais, pessoas que difundiam o Esperanto eram perseguidas, exiladas ou mortas.”

Apesar das repressões, após a Segunda Guerra, o Esperanto reviveu. Consideremos este fato: uma língua falada por uma única pessoa há mais de cem anos é hoje falada por milhões de pessoas em mais de cem países. Pela primeira vez na história da humanidade uma língua se espalha pelo mundo e obtém milhões de falantes sem que houvesse um poder militar, político ou econômico por trás dela. Isso faz do Esperanto um fenômeno lingüístico fantástico e digno de estudo.

“Uma língua falada por uma única pessoa há mais de cem anos é hoje falada por milhões de pessoas em mais de cem países.”

Assim como o estudo do Esperanto, não podemos deixar de considerar que o estudo da língua inglesa pode sem dúvida constituir-se em um grande enriquecimento cultural para qualquer pessoa. É preciso deixar claro que não se está fazendo aqui uma propaganda contra o belo idioma de Shakespeare, mas sim contra o imperialismo. Portanto, o propósito deste texto não é encorajar as pessoas a pregarem o ódio contra uma língua ou cultura – a ideologia do Esperanto prega justamente o contrário: é respeitar todas as línguas e culturas indistintamente. O propósito deste texto é fazer você parar para pensar, como o criador do Esperanto pensava, que enquanto todos nós, seres humanos, não formos capazes de adotar uma língua neutra, muitas nações continuarão afastadas, incompreensíveis e hostis umas às outras.

A ampla adoção de uma língua padrão mundial, simples e neutra como o Esperanto resultaria em uma das maiores revoluções que a humanidade poderia experimentar. “Mas o Esperanto é uma grande besteira! Uma utopia!” – muitos atacam sarcasticamente. A essas pessoas, devemos responder: as maiores revoluções só começam com os maiores sonhos.

“Mas o Esperanto é uma grande besteira! Uma utopia!” – muitos atacam sarcasticamente. A essas pessoas, devemos responder: as maiores revoluções só começam com os maiores sonhos.”

domingo, 25 de abril de 2010

Muziko: Dancu - Esperanto Desperado

DANCU - Dance

La ritmoj komencas, la tonoj eksonas
Os ritmos começam, as notas soam

La tuta rokestro ekludas kapabla
O roqueiro todo hábil começa a tocar

Ŝi rigardas intensa, staranta en mezo
Ela observa, intensa, de pé ao centro,

la vizaĝojn de li kiu sidas ĉetable
As faces daquele que está sentado à mesa

Li ne plu eltenas, devas starigi
Ele não mais se contém, tem que se levantar

La okuloj de ĉiu virino lin mokas
Os olhos de cada mulher miraram-no com gracejos

Li venas per paŝoj tremantaj, devigaj
Ele vem com passos trêmulos, compulsórios

La rigardo de la belulino lin mokas
O olhar da bela moça mira-o com gracejos

(Refrão)
Nun venu kaj dancu, ne haltu, ne ĉesu
Agora venha e dance, não pare, não cesse

Daŭrigu, moviĝu ĝis kiam finiĝas la kant'
Continue, mova-se até que se termine a canção

Li prenas la manon, komencas moviĝi
Ele pega-lhe a mão, começa a se mover

Kaj turnas, ensvingas ŝin, dancas freneze
E gira, agita-a, dançam freneticamente

La ritmoj kaj tonoj elsonas ekstaze
Os ritmos e notas ressoam em êxtase

Kaj horo post hor' ili dancas senĉese
E hora após hora eles dançam sem parar

La muziko nun haltas kaj ĉiu silentas
A música agora pára e todos silenciam

Sed tuj oni vidas li ne dancis vane
Mas logo se vê que ele não dançou em vão

Ŝi kisas lin longe, karesas sin kar'
Ela beija-o longamente, acariciam-se com afeto

Ili nun iras for de la danc' man-en-mane
Eles agora se vão embora da dança de mãos dadas

sábado, 24 de abril de 2010

A CULTURA ESPERANTISTA

O Esperanto, ou Lingvo Internacia, é uma língua planejada, criada por volta da década de 1880 pelo polonês Ludoviko Lazaro Zamenhof. “Esperanto” significa “aquele que tem esperança”, pseudônimo utilizado por Zamenhof ao divulgar a língua. Por ser um idioma lógico e regular, o aprendizado do Esperanto é mais fácil do que qualquer língua nacional. É derivado de vários idiomas, como o grego, línguas latinas, eslavas e germânicas, e sua estrutura assemelha-se a línguas orientais. É o idioma planejado mais bem sucedido, e conforme certas estimativas, com cerca de 3 milhões de falantes em todos os continentes e quase todos os países. O que motivou sua criação foi o ideal de paz e compreensão entre os povos por meio de uma língua politicamente neutra, que não pertencesse a nenhum povo específico, mas a todos os povos.

Com mais de um século de história, criou-se uma cultura própria em torno da língua: mais de 50 mil livros publicados* e uma rica literatura, centenas de publicações regulares, cerca de 130 mil artigos na enciclopédia Wikipedia (em abril de 2010), música, correspondência, congressos que reúnem entre centenas a milhares de pessoas, TV e vídeos, rádio, intercâmbios culturais e até língua de família com falantes nativos. É uma língua utilizada em praticamente todas as esferas sociais. Trata-se de fenômeno lingüístico fantástico e digno de estudo: uma língua falada por uma única pessoa há mais de cem anos é hoje falada em mais de cem países por milhões de pessoas.

O Esperanto não representa apenas o ideal de que pessoas de todas as partes do mundo se entendam, mas sobretudo de que se compreendam. Ele carrega uma ideologia de paz e fraternidade e, ao contrário de uma língua imperialista, incorpora em si todas as culturas que por ele são transmitidas e representa uma aliança entre os povos. Isso, língua nacional nenhuma poderá fazer. O Esperanto não é só uma língua, é também um movimento que, entre outras coisas, prega o respeito à diversidade, democracia, solidariedade, emancipação humana, uma cultura global e a paz.

Enquanto todos nós, seres humanos, não formos capazes de adotar uma língua neutra em comum, muitas nações continuarão afastadas, incompreensíveis e hostis umas às outras.

image Um dos homens é chinês e o outro é russo. O chinês não sabe alíngua russa, e o russo não sabe a língua chinesa. Nenhum deles sabe a língua esperanto. Dessa forma eles não se compreendem e não são amigos.

image Um dos homens é turco e o outro é francês. O turco não sabe a língua francesa, e o francês não sabe a língua turca; porém ambos conhecem a língua esperanto. Dessa forma eles compreendem um ao outro e são amigos e irmãos.

Figuras extraídas de Universala Esperanto Metodo, WM. S. Benson. Nova Iorque, 1932.
*Cartilha de Esperanto. Alberto Flores, Vicente Paulo Werneck. Societo Lorenz. Rio de Janeiro, 2000.

 

Na capa do nosso livro, podemos ver diversas imagens referentes a instituições, símbolos, cultura e fatos ligados ao Esperanto. Vamos analisar cada uma delas.

clip_image004Lázaro Luiz Zamenhof (Białystok, 15 de dezembro de 1859 — Varsóvia, 14 de abril de 1917) foi um oftalmologista e filólogo judeu polonês. Conhecia russo, iídiche, polonês, alemão, francês, latim, grego, hebraico, inglês, italiano, espanhol e lituano. A partir do seu vasto conhecimento lingüístico, criou o Esperanto. Zamenhof cresceu na cidade de Bialystok, que naquela época era parte do Império Russo, mas atualmente pertence à Polônia. Naquela época, falavam-se muitas línguas em Bialystok, gerando muitas dificuldades de compreensão entre as diversas culturas. Isso motivou Zamenhof a buscar uma solução para o problema, e durante anos, foi desenvolvendo o esperanto em um processo longo e trabalhoso. Em 1887 publica o primeiro livro na “Lingvo Internacia” (Língua Internacional), e temendo a censura do governo russo contra o seu projeto, utilizou o pseudônimo Dr. Esperanto (aquele que espera), daí surgiu o nome como a Lingvo Internacia é mais conhecida hoje.

clip_image006A bandeira esperantista é composta por um fundo verde, com um quadrilátero no canto superior esquerdo, que contém uma estrela verde. O verde simboliza esperança, o branco simboliza paz e neutralidade, e a estrela de cinco pontas representa os cinco continentes (em sua contagem tradicional). A bandeira foi criada pelo Clube de Esperando de Boulogne-sur-Mer, inicialmente para uso próprio, mas foi adotada como bandeira mundial do esperanto por decisão do primeiro Congresso Universal de Esperanto, que ocorreu em 1905 naquela mesma cidade.

clip_image008O Símbolo do Jubileu Esperantista (jubilea simbolo) foi adotado em 1987 como marco do centenário do Esperanto. Com o "E" Latino de um lado e um "Э" Cirílico do outro, o símbolo pode ser interpretado como sendo a união dos hemisférios Leste e Oeste. O símbolo foi selecionado em um concurso feito pela UEA – quem ganhou o concurso foi o brasileiro Hilmar Ilton S. Ferreira em 1983, que propôs o desenho de Janette Lindo Ferreira.

clip_image010 Fundada em 1905, a Academia de Esperanto (AdE) é uma instituição lingüística independente, cuja tarefa é conservar e proteger os princípios fundamentais da língua Esperanto e controlar a sua evolução, do mesmo modo que as demais Academias de línguas nacionais. A Academia consiste em 45 membros, que são nomeados para um período de 9 anos. Normalmente são esperantólogos renomados, pedagogos em Esperanto ou escritores.

clip_image012 A Associação Universal de Esperanto (Universala Esperanto-Asocio - UEA), fundada em 1908, é a maior organização internacional de falantes de Esperanto, com membros em 120 países (segundo seu anuário de 2008) e mantém relações oficiais com as Nações Unidas e a Unesco. Além dos cerca de seis mil sócios individuais, as 67 seções nacionais filiadas a UEA contribuem com 12 mil sócios. A UEA organiza congressos anuais em diferentes países dos quais normalmente participam entre 1500 a 3000 pessoas; mantém a maior editora e livraria esperantistas do mundo. Sua biblioteca central, na Holanda, possui mais de 30 mil livros esperantistas.

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A TEJO (Tutmonda Esperantista Junulara Organizo – Organização Mundial da Juventude Esperantista) é a seção juvenil da UEA, com estrutura e diretoria próprias. A TEJO organiza anualmente o Congresso Internacional da Juventude (IJK - Internacia Junulara Kongreso) em diferentes países. São festivais de uma semana com concertos, palestras, excursões e lazer que atraem jovens do mundo todo.

clip_image016O Congresso Universal de Esperanto tem sido tradição há mais de 100 anos, pois desde então foram realizados todos os anos, a não ser por ocasião das guerras mundiais. Reúne em média duas mil pessoas, e a cada ano ocorre em um país diferente. A imagem mostra o cartão postal do 9º Congresso Universal de Esperanto, em Bern, Suíça, 1913, que reuniu cerca de 1200 pessoas de 30 países.

clip_image018A Liga Brasileira de Esperanto, fundada em 1907 e reconhecida de utilidade pública em 21 de outubro de 1921, coordena o Movimento Esperantista no Brasil e atua de diversas maneiras: edita a revista Brazila Esperantisto; tem um serviço de venda de livros com obras em e sobre o Esperanto; possui uma biblioteca; organiza cursos por correspondência; intermedeia assinatura de revistas e jornais esperantistas e promove anualmente os Congressos Brasileiros de Esperanto.

clip_image020 Todos aqueles que falam Esperanto dispõem de uma rede internacional de hospedagem gratuita, o Pasporta Servo (Serviço de Passaporte). O serviço publica anualmente um livreto com uma lista de hospedagem. Para o ano de 2006, por exemplo, havia 1320 hospedeiros em 92 países. Se você quer viajar pelo mundo, o Esperanto possibilita-lhe fazer amigos que realmente conhecem a cultura local e que estão dispostos a acomodá-lo em seus lares e mostrar seus hábitos, valores e costumes. Obviamente você pode falar um idioma estrangeiro, viajar e encontrar pessoas que falem a mesma língua. Mas será que essas pessoas estarão dispostas a acolhê-lo como amigo e fazer esse intercâmbio cultural? Claro que você pode tentar, mas é só com o Esperanto que esse código é universal.

clip_image022A versão da famosa Wikipedia em Esperanto, a Vikipedio, está entre as maiores e mais ativas enciclopédias do mundo, atualmente (Abril de 2010) contém cerca de 130 mil artigos.

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O Lernu! (em português: Aprenda!) é um dos maiores sites dedicados ao estudo do Esperanto. O portal disponibiliza gratuitamente diversas ferramentas: cursos do básico ao avançado, jogos, dicionários em várias línguas, gramáticas, sistema de exames, livros, música, histórias narradas e vídeos. Há também serviço de comunicação: sala de bate-papo, fóruns de discussão e notícias sobre o Esperanto. Lá você pode se registrar, criar seu perfil e se comunicar com pessoas do mundo todo e quem sabe até encontrar esperantistas da sua cidade. O site cresce ainda mais: são colocados continuamente mais materiais, e centenas de pessoas de diversas partes do mundo se registram toda semana. Atualmente (março de 2010) existem mais de 80 mil registros de usuários e só nesta semana se registraram 300 novos usuários. (lernu.net)

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La Pasporto al la Tuta Mondo (O Passaporte ao Mundo Inteiro) é um curso em vídeo bastante completo. São 16 episódios-lições com cerca de 30 minutos cada. Há ainda o material de apoio: são livros com a transcrição de todos os diálogos, explicações e exercícios. Os vídeos são organizados como um seriado de televisão que conta aventuras de uma família esperantista e seus amigos. Você pode encontrá-lo facilmente na internet (youtube), baixar os livros via torrent, ou comprar o material pelo site oficial. O curso é de iniciativa da Esperanto–USA. Tanto os organizadores, quanto os atores e outros esperantistas envolvidos no projeto trabalharam voluntariamente. Download do material de apoio (em português): http://www.4shared.com/dir/12674702/db19ded5/sharing.html

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O "Kurso de Esperanto" é um famoso programa multimídia gratuito disponível em várias línguas. São 12 lições, com músicas, exercícios de pronúncia e compreensão, exercícios gramaticais, entre outros recursos. Você ainda pode solicitar o acompanhamento de um professor através do site.

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Em 1932, Dr. Benson publicou seu Universala Esperanto Metodo. Trata-se de uma obra bastante ampla com 559 páginas e mais de 11 mil figuras. Tornou-se um clássico no ensino do Esperanto. Você pode desfrutar da obra via internet, parte digitalizada em vídeo no youtube, ou pode fazer o download do livro em PDF. http://www.4shared.com/dir/12674702/db19ded5/sharing.html

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Pessoas de diversas partes do mundo que acessaram o Google no dia 15 de dezembro de 2009 depararam-se com a bandeira do Esperanto. O Google celebrou os 150 anos do nascimento Zamenhof. Em função disso, informações sobre o idioma e seu criador alcançaram o topo da lista nas buscas, e o Esperanto virou notícia em vários sites.

Além de divulgar a língua na sua data comemorativa, o Google oferece uma versão de seu site em Esperanto e também o exibe na lista de línguas na opção de pesquisa avançada, o que permite pesquisar somente páginas escritas em Esperanto. ( http://www.google.com/intl/eo/ ) Esse é um exemplo de como a popularidade da língua tem crescido, especialmente com o avanço da Internet.

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A Bjalistoka Esperanto-Televido é um canal de televisão em Esperanto, de Bialistok (Polônia). Você pode assistir via internet a reportagens que falam sobre a região, cultura, festas e costumes de Bialistok e notícias sobre o mundo esperantista. http://www.tvbialystok.pl/tvesperanto/

Desde a década de 1920, é possível ouvir transmissões de rádio na Lingvo Internacia. Hoje em dia, podemos também ouvir pela clip_image038internet. Dentre os nomes mais conhecidos do rádio em Esperanto estão: China Radio Internacional, Radio Boa Nova-Parolu Mondo clip_image036(Brasil), Radio Havano Kubo (Cuba), Pola Radio (Polônia), Radio Vatikana (Vaticano), Radio Esperanto (Rússia) e Radio Verda (Canadá)

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 Monato (Mês) é uma das centenas de revistas em Esperanto. A Monato publica mensalmente artigos sobre política, cultura e economia. É impressa desde 1979 na Bélgica e distribuída em 65 países. A revista possui 100 correspondentes em 45 países.
A revista mais antiga em Esperanto foi La Esperantisto, publicada entre 1889 e 1895. Além dela, surgiram outros milhares de títulos de revistas e periódicos em Esperanto. Em 1903 surgiu a revista católica, Espero Katolika - revista em esperanto mais antiga ainda publicada hoje.
Algumas das revistas mais conhecidas são: Esperanto, Fonto, Heroldo de Esperanto, Kontakto, El Popola Ĉinio, Rok-Gazet’, etc.
O site http://www.gazetejo.org mantém um acervo que atualmente apresenta mais de 1700 exemplares digitalizados de revistas em Esperanto de várias épocas. Há também muitas clip_image042publicações online. O site http://www.eventeo.net, por exemplo, apresenta notícias em Esperanto.

clip_image044A Esperanto-USA é a principal organização esperantista dos Estados Unidos. Fundada em 1952, é uma organização educacional sem fins lucrativos que promove o Esperanto por meio de cursos, congressos, publicações, etc.

Algumas pessoas se afastam e outras se aproximam do Esperanto acreditando que se trata de uma língua anti-estadunidense ou anti-inglês. Obviamente, como qualquer língua, as pessoas podem usar o Esperanto para transmitir ou representar qualquer tipo de idéia, ideologia ou crença. No entanto, o Esperanto em si não é anti-língua ou anti-nação alguma, muito pelo contrário, sua criação tem como caráter a preservação de línguas e culturas e a igualdade entre os povos. Daí a seleção dessa figura, da Esperanto-USA, para a capa do nosso livro.

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Fundada em 1968 nos EUA, a Esperantic Studies Foundation (Fundação de Estudos Esperantistas) promove a pesquisa, estudo e ensino do Esperanto, além de investir em cursos, livros, publicações, sites e outras formas de difusão da língua no mundo todo. Tem sido responsável pelo suporte de milhões de dólares a diversas iniciativas como o Pasporto al la Tuta Mondo e o Lernu.net.

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A Akademio Internacia de la Sciencoj San Marino (AIS - Academia Internacional das Ciências São Marino) é uma instituição científica de caráter universitário que utiliza o Esperanto como língua oficial. Criada em 1983, a Academia localiza-se em São Marino, um pequeno país europeu, e atua em diversos países. A instituição trabalha com várias áreas: ciências naturais, ciências estruturais, ciências humanas, cibernética, filosofia, etc. Concede os graus de bacharelado, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Consiste em cerca de 250 cientistas, e saber Esperanto é condição para ser membro da AIS.

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Muitos daqueles que estudam Esperanto no Brasil já viram em livros relacionados à língua o selo da FEB (Federação Espírita Brasileira). Isso porque a FEB é uma das maiores editoras de livros em Esperanto no Brasil. Por todo o país, grupos espíritas mantém cursos regulares do idioma. Por isso algumas pessoas acreditam que o Esperanto é uma língua de espíritas, e isso atrai alguns e afasta outros. Isso ocorre particularmente no Brasil porque os pioneiros na difusão da língua internacional por aqui foram justamente os espíritas. Então podemos dizer com toda a segurança que o Esperanto é sim uma língua de espíritas, e também de católicos, protestantes, budistas, muçulmanos, macumbeiros... é inclusive uma língua de ateus (existe a Organização Internacional de Esperantistas Ateus).

No meio católico, por exemplo, o Esperanto está presente em publicações, emissões de rádio, missas, etc. A União Internacional Católica Esperantista existe desde 1910. Todos os papas expressaram seu apoio ao Esperanto desde sua criação. O Papa João Paulo II, por exemplo, falava a língua, e em cerimônias freqüentemente saudava na língua internacional milhões de pessoas.

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Fundada em 1957, Bona Espero é uma comunidade esperantista e uma escola-fazenda em Goiás, na qual esperantistas acolhem, protegem e ensinam crianças carentes sem família. Além de estudarem Esperanto, as crianças recebem educação por meio de professores pagos pelo Estado. A comunidade recebe ajuda financeira de esperantistas de outros países, porém a atividade agrícola da fazenda quase garante a auto-suficiência em alimentos, e todos seguem uma dieta vegetariana. Esse modelo de comunidade esperantista já serviu como inspiração para música e livros.

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Estima-se que haja pelo menos mil falantes nativos de Esperanto atualmente, ou seja, pessoas que aprenderam a falar a língua desde o berço. Para crianças, existe o Congresso Infantil de Esperanto, que ocorre junto com o congresso internacional.

clip_image056clip_image058A EUROKKA (Esperanto-Universala-Rok-Organizo, Kolektiva Komunik-Asocio) é uma organização que procura principalmente promover e divulgar a cultura musical esperantista. A organização mantém a Vinilkosmo, maior gravadora de música esperantista. Entre os nomes mais famosos da música em esperanto estão: Kore, Dolchamar, Team’, Persone, Supernova, La Porkoj, Merlin, Jomo, entre outros. No site www.musicexpress.com.br é possível ouvir centenas de canções na língua internacional.

clip_image060A literatura esperantista prova que o Esperanto é uma língua viva e com cultura. A história da literatura esperantista começou assim que a língua foi publicada em 1887. E apesar de ser uma literatura relativamente jovem, toda sua riqueza é capaz de demonstrar que “o esperanto é uma língua simples, flexível e harmoniosa, útil tanto para uma prosa elegante como para inspirados poemas. É capaz de expressar todos os pensamentos e os mais delicados sentimentos da alma. É a língua internacional ideal.” - Júlio Verne (1828-1905). O escocês William Auld (1924-2006) é considerado o maior poeta esperantista, sendo indicado três vezes ao prêmio Nobel de literatura por suas obras em Esperanto. Dentre os autores mais conhecidos, estão: Sylla Chaves (Brasil), Eli Urbanová (Checoslováquia), Claude Piron (Suíça), Kálmán Kalocsay (Hungria) e Julio Baghy (Hungria). Além de produções originais, se encontram traduzidas em esperanto as principais obras dos grandes autores da literatura mundial.

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Mazi en Gondolando é um curso de esperanto em desenho animado produzido pela BBC (Londres), Instituto Internacional de Esperanto (Holanda) e TOMMY Publishers (Polônia).

(Informações extraídas da Wikipédia ou dos próprios sites mencionados.)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Convite: Aula sobre História e Cultura do Esperanto

Que tipo de língua é o Esperanto? Quem o criou? Onde, quando e por quê? Onde essa língua é falada? Quantas pessoas falam? De que forma o Esperanto é usado? O que leva alguém a estudar esse idioma? O que eu ganho investindo meu tempo e esforço aprendendo Esperanto? Vale a pena?

Eis algumas das dúvidas mais freqüentes para quem ainda não conhece muito sobre a língua internacional Esperanto. E justamente essas perguntas serão respondidas na nossa próxima aula. Esse encontro em particular, além de ser interessante para os alunos do curso, pode ser proveitoso também para pessoas de fora, que não participarão das aulas, mas que têm interesse em saber um pouco mais sobre a língua. Portanto, o convite está aberto a todos.

É sábado, dia 22/04 na Uniplac, das 14h às 15h30, sala 1127.

Vejo vocês lá!

domingo, 18 de abril de 2010

Esperanto no Correio Lageano

esperanto - correio lageano

Lages

Há mais de 100 anos surgiu o Esperanto, como uma forma de comunicação facilitada entre todos os povos. O idioma está na lista dos 120 mais falados em todo o mundo.

"Para cada povo sua língua, para todos o Esperanto", este é lema dos esperantistas em todo o mundo. O Esperanto é uma língua internacional planejada. Foi criado por Lázaro Luiz Zamenhof por volta de 1880 para facilitar a comunicação entre os povos. Atualmente estima-se que no mundo cerca de 3 milhões de pessoas falem o Esperanto, ele está incluído na lista dos 120 idiomas mais falados no mundo. No Brasil o Senado aprovou um projeto que inclui o Esperanto no Ensino Médio de forma facultativa, falta agora a aprovação da Câmara dos Deputados.

De acordo com o ministrante do curso de Esperanto em Lages, Edvaldo Sachett da Silva, a língua é neutra e sobrevive com a boa vontade dos voluntários. Ele explica que há inúmeras publicações. Sachett explica que o idioma tem como base do vocabulário o Latim. "Zamenhof falava várias línguas e ele juntou o que havia de mais fácil em cada uma para criar o Esperanto", conta. Embora a base da língua seja o Latim, também há influências de línguas eslavas, germânicas e orientais.

De acordo com Sachett o Esperanto conta com 16 regras gramaticais. "Para se aprender as regras a pessoa leva em torno de uma hora", diz. Os verbos também são simples e em um parágrafo pode-se aprender todas as regras, segundo o ministrante.

Para divulgar a língua são realizados anualmente congressos internacionais, que só foram interrompidos na época das guerras mundiais. Cada ano o congresso é realizado em um país diferente.

Outra alternativa usada para aprender a falar o esperanto e se comunicar com outros esperantistas é o Pasporta Servo - uma rede internacional de hospedagem gratuita em que esperantistas acolhem uns aos outros. No ano passado, Sachett recebeu em sua residência um casal francês. "Eles ficaram uma semana aqui, só falavam Francês e Esperanto", diz. Para Sachett a experiência foi bem produtiva. Na ocasião ele levou o casal para os alunos do curso de Esperanto da Uniplac, onde eles trocaram várias ideias. O professor explica que qualquer pessoa que fale Esperanto pode se inscrever no Pasporta Servo e ficar apto a receber e visitar esperantistas.

Curso de Esperanto na Uniplac

Estão abertas as matrículas para o curso de Esperanto. As aulas serão iniciadas no próximo dia 17 de abril. Os interessados podem fazer sua matrícula no setor de protocolo da Uniplac. O valor da inscrição é R$ 30,00 que serão doados para a aquisição de livros de Esperanto.

O curso será aos sábados das 14 às 15h30min com duração de quatro meses. O curso tem certificado da Uniplac. O ministrante será Edvaldo Sachett da Silva, licenciado em Letras pela Uniplac.

Leia a matéria na íntegra aqui:
http://www.correiolageano.com.br/htmNoticia.php?id=26826&c=6

sábado, 17 de abril de 2010

Agradecimentos

A realização deste curso só está sendo possível graças ao apoio das seguintes instituições e meios de comunicação:

Jornal Correio Lageano
Jornal O Momento
Revista Expressiva
Rádio Globo
Rádio Clube
RBS TV
TV Araucária (Uniplac na TV)
Uniplac

Nosso Método

Mazi en Gondolando é um vídeo-curso de Esperanto desenvolvido pela BBC (Londres), Instituto Internacional de Esperanto (Holanda) e TOMMY Publishers (Polônia). O livro foi organizado por Edvaldo Sachett da Silva (professor de Esperanto na Uniplac), tendo como base diversas fontes, como o material disponível no site da Universidade de Rochester, Nova Iorque, onde o vídeo Mazi en Gondolando também é utilizado.

Esta é a segunda versão do livro, que está cheio de novidades.

Características do novo curso:

- Um método moderno que, além do livro ricamente ilustrado, faz uso de recursos de áudio e vídeo.
- Desenvolvido para ser usado tanto em sala de aula, como por um autodidata, para várias idades.
- Enfoque em todas as habilidades lingüísticas (compreensão auditiva, conversação, leitura e escrita).
- Transcrição de todos os diálogos do vídeo, com tradução imediata de todas as frases.
- Uma centena de exercícios, todos com respostas.
- Centenas de ilustrações para facilitar o aprendizado.
- Gramática clara e consistente.
- Dezenas de textos e leituras complementares com áudio.
- Revisões.
- Vocabulário temático ilustrado, com quase 200 figuras sobre animais, plantas, alimentos, profissões, partes do corpo, vestuário, transporte, etc.
- Revisão geral de vocabulário, com centenas de frases e definições em esperanto.
- Vocabulário geral esperanto-português/português-esperanto, somando mais de 1700 entradas.
- Informações sobre a cultura esperantista.

São mais de 160 páginas cheias de novidades!

capa esperanto mazi versao 2

Link para download:

http://www.4shared.com/dir/12674702/db19ded5/sharing.html

Caros alunos,

A partir da próxima aula, passaremos a utilizar este livro. Além de estar disponível no link acima, a cópia do material também pode ser obtida no xerox, no Centro de Convivência da Uniplac.

E quem ainda está pensando em se matricular mas ainda não compareceu, ainda dá tempo!  Será na segunda aula que iremos entrar mais a fundo nas questões lingüísticas do Esperanto.

Vejo vocês lá!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

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